Bourgogne – Vinhos, tipos e características gerais

A Bourgogne representa uma das mais importantes regiões vinículas da França. A linguagem popular relaciona de modo pitoresco a região de Bordeaux como a melhor produtora de vinhos e a Bourgogne com s melhor produtoras de garrafas com vinho.
A superfície de produção demarcada é de 27.288 hectares, representando quase 3% de toda a produção francesa, anualmente são colocados no mercado quase 203 milhões de garrafas.
Anualmente aproximadamente 203 milhões de garrafas são produzidas nessa região, atuando fortemente no mercado Frances e nas exportações desse país.
Mercado:
– 3% das vendas de vinhos franceses;
– 0,5% do mercado mundial;
– 50% das exportações de vinhos franceses;
– Faturamento anual de 1,1 bilhão de Euros
Existe uma diversidade de denominações, utilizadas tanto para ações comerciais, como para especificação de garantia de qualidade e caracterização de produtores:
– AOC (Appellation de Origine Controllée) / número aproximado de 100
– Climats ( Terroirs específicos de Premiers Crus / número aproximado de 635
– Grands Cru / número aproximado de 33
– AOC Communales / número aproximado de 44
– AOC Régionales / número aproximado de 23

A divisão por tipos segue o padrão de: 61% brancos, 31% tintos e 8% espumantes. Existe ainda uma classificação de acordo com as características mais sofisticadas:

Porcentagem representativa da produção Francesa / Classificação
– 1% / Grand Cru;
É a classificação máxima que um vinhedo pode receber, resultados de séculos de história e experiência no plantio e produção, alcança os maiores valores em lojas especializadas
– 11% / Premier Cru;
Engloba a produção de vinhos de alta qualidade, produzidos em safras delimitadas em vilarejos especiais, leva sempre o nome desse vilarejo no rótulo
– 36% / Appellations Communales;
Vinhos produzidos em regiões específicas, pode englobar só uma comunidade ou pequenas áreas adjacentes
– 52% / Appellations Régionales
Vinhos produzidos de forma aleatória em toda a região da Bourgogne

Fontes:
– Larrouse dos Vinhos, 2007
– 200 motivos para se apaixonar pela Bourgogne – World Wine, 2008

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Azeite, como avaliar?

O consumo de azeite sempre fez parte do cotidiano dos povos que habitavam ao redor do mar mediterrâneo. Hoje, com o mercado globalizado, o consumo esta presente nos mais variados locais do planeta.
Há alguns anos, na continuidade dos trabalhos científicos sobre doenças do coração, o azeite foi ungido a categoria de grande amigo do coração. Os trabalhos atribuem ao consumo do azeite a redução do colesterol e prevenção de inúmeras doenças.
Nesse aspecto, o azeite extra virgem seria o grande campeão, possui a gordura boa, monoinsaturada e possui ainda os antioxidantes naturais, quando os processos de extração do óleo preservam as características desses antioxidantes…
Como escolher um bom azeite?
O consumidor brasileiro erroneamente identifica o bom azeite quando ele tem no rótulo a indicação extravirgem, quando mais ácido melhor!!!
Mas procura tambem uma coloração esverdeada e um aroma marcante.
Grande engano, a característica de ter mais ou menos antioxidantes nada tem a ver com aroma ou cor. Esse é um artificio dos importadores ao léu do gosto dos consumidores.
O bom azeite pode ser translúcido e sem aroma, somente tendo um grau de acidez acentuado.
Não pode ser armazenado por mais de um ano após a fabricação e deve ser guardado em locais com baixa exposição à luz
Bom apetite

Omega 3 como suplemento nutricional

Na verdade, a suplementação nutricional com Omega 3 deve ser indicada dentro do conceito de farmaconutrição. Não existe verdade na gastronomia em associar salmão do chile ou outros produtos marinhos pensando em atuação para a saúde. O salmão e outros peixes do norte do oceano Atlântico são consumidos por inteiro, diga-se consumir o figado e as demais visceras, essas ricas em Omega 3. O brasileiro consome truta salmonada e colorida artificilamente e, somente o file, boa carne sem gordura saturada, mas isenta de Omega 3

Bem vindos

Olá, eu sou o Doutor Gourmet,

Mas, quem é o Doutor Gourmet? Um apaixonado por comida em todas as suas formas, cores, aromas e sabores, eu procuro desvendar os mistérios de cada prato e de como cada um deles ajudou no desenvolvimento da humanidade.

O fogo nos fez humanos, deixamos de ser coletores, catadores carnívoros do acaso para nos reunirmos ao redor da fogueira nas comemorações tribais, mas o que eram essas  comemorações, se não refeições? A comida está na maioria de nossas mais profundas recordações. A comida, ou sua  ausência, está presente em todos os grandes momentos da humanidade.

Neste blog iremos folhear cardápios de forma objetiva, escolhendo pratos, historias e  viajando pelo mundo da alimentação e nutrição. Sejam bem vindos, porque nossa jornada está apenas começando…