Entenda o que os profissionais de saúde estão comentando: Probióticos, Prebióticos e Simbióticos

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Para contribuir com o equilíbrio da flora intestinal e tirar proveito de todos os seus benefícios existem hoje os prebióticos, probióticos e simbióticos.

Prebióticos: são ingredientes alimentares que estimulam de forma seletiva o crescimento das bactérias no intestino, classicamente são as chamadas fibras solúveis.

Probióticos: são as bactérias, ou seja, micro-organismos vivos que promovem o equilíbrio da flora intestinal, aumentando suas defesas naturais e impedindo o crescimento e atuação de micro-organismos causadores de doenças. Essas bactérias resistem ao processo de digestão e chegam intactas no intestino, onde atuam de maneira positiva. Bifidobacterium e Lactobacillus são as bactérias do bem mais conhecidas.

Simbióticos: produtos que contêm tanto probióticos quanto prebióticos em sua composição.

Os probióticos e prebióticos são mais conhecidos por estarem presentes em alguns iogurtes, leites fermentados e em farmácias na versão em pó. Já os simbióticos são uma novidade no mercado que unem em um só produto os probióticos e prebióticos, podendo ser encontrados na versão em pó (sachês) para diluição em água

Alguns probióticos e simbióticos estão disponíveis em pó para diluição em água e são comercializados em sachês.
Algumas vantagens dessa apresentação:

1 – O produto em pó possui mais estabilidade e maior vida útil, uma vez que as cepas bacterianas tornam-se temporariamente inativas na ausência de água e, com isso, não sofrem com as variações de temperatura e não produzem reações que podem vir a causar alterações no produto, o que garante uma maior segurança para o consumidor;

2 – A liofilização, nome dado ao processo de secagem do produto, também garante a viabilidade das bactérias (sobrevivência e potencial para atuação) por longos períodos sem alteração de suas características genéticas;

3 – Os produtos em pó possuem uma maior concentração de bactérias. A diluição dos probióticos em água recupera a atividade das cepas no momento do consumo, o que garante os benefícios ao consumidor.

De forma semelhante, temos os probióticos em capsulas, nesse caso é necessário avaliar a composição dessas capsulas, algumas não preservam a integridade das cepas ao serem degradadas no estomago. As capsulas devem ter uma proteção ao ácido gástrico, somente liberando as bactérias ao atingirem o intestino delgado

Existem ainda os probióticos / alimentos, é o caso dos iogurtes e leites com probióticos, esses devem ter uma qualidade perfeita em conservação, evitando que, ao consumi-los as bactérias ainda estejam viáveis.
Cabe ressaltar que os efeitos benéficos à saúde associados aos probióticos e simbióticos estão diretamente relacionados à quantidade de bactérias presentes nesses produtos. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para que um produto que contenha bactérias do bem possa ser considerado funcional, ou seja, para que exerça efeitos benéficos à saúde do consumidor, este deve conter, no mínimo, entre 108 (100 milhões) e 109 (1 bilhão) de bactérias.

 

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