Quais os benefícios em consumir ovos?


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Na verdade, sempre temos essa duvida…
Na época das cavernas a justificativa era mais fácil: conservação sem dificuldades, nutritivo, gostoso e principalmente de fácil colete. Os nossos ancestrais comiam todos os tipos de ovos, principalmente aqueles que estavam perto do seu habitat.
Vamos rever um pouco do que diz a literatura e conhecer alguns detalhes:

Controle do peso: Proteínas de alta qualidade dos ovos contribuem para a sensação de saciedade prolongada e para manter a energia do organismo.

Manutenção da força muscular e redução da perda de massa muscular: Algumas  pesquisas indicam que proteínas de alta qualidade produzem força muscular e ajudam a prevenir a perda de massa muscular em pessoas idosas, nesse caso, alguns ovos por semana seriam uma boa opção.

Gestação saudável: A gema do ovo é excelente fonte de colina, um nutriente essencial que contribui para o desenvolvimento do sistema nervoso central do feto, importante para a prevenção de anomalias fetais. Dois ovos provêem cerca de 250 miligramas de colina, ou seja, metade das necessidades diárias para uma mulher gestante ou amamentando.

Função cerebral: Colina também é muito importante para a função cerebral em adultos, mantendo a estrutura das membranas celulares. É componente chave para a neuro-transmissão, que é responsável por transmitir as “mensagens” do cérebro através dos nervos para os músculos.

Saúde da visão: Luteina e Zeaxantina, dois anti-oxidantes encontrados no ovo, ajudam a prevenir a degeneração macular, que é a causa principal da cegueira dos idosos.
Apesar de possuir quantidade pequena dos dois nutrientes, pesquisas demonstram que a luteina dos ovos é mais biodisponível que a luteina de outros alimentos.
Outro ponto muito importante, o valor nutritivo do ovo não se altera com o cozimento, porque suas proteínas, quando exposta ao calor, em vez de se dispersarem, se coagulam. A salmonellose, contaminação bacteriana do ovo, pode ser facilmente combatida com o cozimento, nesse ponto, vamos evitar come-los crus.

Adaptação de texto da autora: Nutricionista Joyce Vitor da Silva

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Omeletes, ovos e dicas do sucesso

O Omelete pode ser saudável e muito gostoso de acordo com as escolhas de acompanhamento dos ovos, e do número do ovos consumidos semanalmente.

A origem do omelete, assim como muitos das preparações famosas, esta no meio de uma grande polêmica. O historiador inglês Alan Davidson, autor do compendio nutricional The Oxford Companion to food, data a origem em torno de 2500 anos, provavelmente devido aos árabes ou persas, sendo que, por meio de mercadores e soldados, foi difundido ao redor do mundo.
No Irã existe um prato, denominado Kudu, espécie de panqueca composta de legumes e ervas variadas, que pode ser a origem das derivações atuais do omelete.
Por outro lado, os Judeus Sefarditas do norte da África, mesclando batatas e cebolas ao omelete criaram as famosas tortillas espanholas ou fritadas portuguesas.
No final, foram os franceses que incorporaram técnicas de aeração e leveza aos omeletes, conferindo o aspecto liso na superfície com um interior levemente mole e suculento.
Regras para um omelete perfeito:
– Evite ovos gelados, podem promover omeletes com bodas queimadas e interior quase cru.

– Evite o excesso de gordura, tornam os omeletes pesados e com textura prejudicada.

– Utilize sempre frigideiras pré-aquecidas, serão uteis na formação da casquinha crocante.

– Misture os ovos minutos antes do preparo batendo de forma leve, com isso terá um omelete leve e aerado, de forma contrária ele será murcho e pesado.

– Cuidado com tempo de preparo, omeletes deixados no fogo por muito tempo ficam duros e secos.

– Utilize azeite ou manteiga, uma colher de sopa é o suficiente nas duas opções.

– Excesso de recheio pode ser o diferencial para a destruição do prato, evite abusos e gulodice, posicione o recheio no centro do omelete.

Por fim, nada melhor que um pãozinho fresco e crocante para acompanhá-lo.

Quais os benefícios em consumir ovos?

Na verdade, sempre temos essa duvida…
Na época das cavernas a justificativa era mais fácil: conservação sem dificuldades, nutritivo, gostoso etc…
Vamos rever um pouco do que diz a literatura:
Controle de peso: Proteínas de alta qualidade dos ovos contribuem para a sensação de saciedade prolongada e para manter a energia do organismo.

Manutenção da força muscular e redução da perda de massa muscular: Pesquisas indicam que proteínas de alta qualidade produzem força muscular e ajudam a prevenir a perda de massa muscular em pessoas idosas.

Gestação saudável: A gema do ovo é excelente fonte de colina, um nutriente essencial que contribui para o desenvolvimento do sistema nervoso central do feto, importante para a prevenção de anomalias fetais. Dois ovos provêem cerca de 250 miligramas de colina, ou seja, metade das necessidades diárias para uma mulher gestante ou amamentando.

Função cerebral: Colina também é muito importante para a função cerebral em adultos, mantendo a estrutura das membranas celulares. É componente chave para a neuro-transmissão, que é responsável por transmitir as “mensagens” do cérebro através dos nervos para os músculos.

Saúde da visão: Luteina e Zeaxantina, dois anti-oxidantes encontrados no ovo, ajudam a prevenir a degeneração macular, que é a causa principal da cegueira dos idosos.

Apesar de possuir quantidade pequena dos dois nutrientes, pesquisas demonstram que a luteina dos ovos é mais biodisponível que a luteina de outros alimentos.
O valor nutritivo do ovo não se altera com o cozimento, porque suas proteínas, quando exposta ao calor, em vez de se dispersarem, se coagulam.

Autora: Nutricionista Joyce Vitor da Silva / CRN- 28213

Referencias :
http://www.eggnutritioncenter.org/docs/Nutrient%20Content%20of%201%20Large%20Egg%202010.pdf
http://www.incredibleegg.org/health-and-nutrition/egg-nutrients
http://www.ovosbrasil.com.br/oquehanoovo.php
http://www.alanrevista.org/ediciones/2006-4/pdf/ovo.pdf
http://www.incredibleegg.org/egg-facts
http://www.eatwell.gov.uk/healthissues/healthyheart/cholesterol/#elem234961
http://rdigital.univille.rct-sc.br/index.php/RSA/article/viewFile/183/188
http://www.nhs.uk/Livewell/Healthyhearts/Pages/Cholesterol.aspx#elem234961

Consumo de ovos no dia a dia moderno, o que mudou?

O ovo por se tratar de um alimento completo e de alta qualidade e preço acessível, torna-se um alimento mundialmente consumido. Um ovo tem 13 nutrientes essenciais em quantidades variadas necessários para o bom funcionamento do organismo, incluindo proteínas de alto valor biológico, minerais como ferro, fósforo, selênio e zinco, ácido fólico, vitaminas do complexo B, A, E, K, carotenóides como a luteína e zeaxantina, e também fonte importante de colina, um importante componente do cérebro, tudo por 70 calorias.

Diante de tantos benefícios nutricionais que o ovo oferece, existe uma controvérsia em sua recomendação, consumi-lo ou não consumi-lo?

Por ser fonte de colesterol (presente na gema), o ovo por um tempo foi rotulado como um “vilão” em relação à quantidade de colesterol (225mg/unidade) e doenças cardiovasculares.

Os guias dietéticos dos Estados Unidos e a Associação Americana do Coração recomendam uma ingestão diária da média de não mais de 300 miligramas de colesterol, sendo que a maior parte do colesterol é produzido pelo fígado e o colesterol dietético é encontrado nos alimentos de origem animal. É importante salientar que as doenças isquêmicas do coração não estão ligadas apenas aos hábitos alimentares, mas também a uma série de fatores, como o desgaste físico-psicológico, o sedentarismo, hábito de fumar, história familiar, diabetes, obesidade, hipertensão e nível de estrógeno nas mulheres.

São diversos os estudos realizados que comprovam a relação entre o consumo do ovo e as enfermidades cardiovasculares. A maioria ainda destes estudos, mostram a relação direta do consumo de ovo e aumento do colesterol sanguíneo. A gema do ovo não é a responsável pelo aumento de colesterol no sangue, pois o colesterol especificamente do ovo pode ser metabolizado de forma benigna pelo corpo humano.

A ingestão de 1 a 3  ovos por semana não apresenta risco para doença arterial coronariana ou cardiopatia  isquêmica em homens e mulheres saudáveis não-diabéticos, e a respostas ao colesterol dietético variam amplamente de indivíduo para individuo.

Cabe aos profissionais da saúde (nutricionistas e médicos), bem como aos pacientes e a população em geral avaliar o histórico de sua vida e seus antecedentes familiares.

Autora: Nutricionista Joyce Vitor da Silva / CRN- 28213