A polenta, por incrível que possa parecer, não é italiana.

Na verdade, a polenta tem sua origem na Grécia, relatos e imagens antigas mostram um preparado de água ou caldo de animais e legumes sendo misturado aos grãos de trigo sarraceno e favas. O nome desse prato era ”poltos”, já em Roma recebeu o nome de “puls” ,  pela similaridade de escrita e de fonética já provando a origem.
A partir dos descobrimentos, o milho assume o papel principal e inúmeras receitas da atual  “polenta” passam a serem criadas ao redor do mundo.
No Brasil, a polenta chega as nossas mesas na bagagem cultural e gastronômica odos imigrantes italianos e recebe contribuições da culinária local, como incorporação de frutos do mar, caldos de peixes e algumas formulações que mesclam a farinha de mandioca.

O processo de preparo pede muita paciência em mexer continuadamente por quase 40 minutos, evitando a formação de grumos e dando características de cremosidade.
Na verdade, o segredo esta na escolha da farinha de milho, quanto mais artesanal e pura melhor.

Outro quesito de diferenciação é a hidratação, podendo utilizar caldos de vegetais, carnes,  peixes ou mesmo água. Ao final o acompanhamento dará o toque final e, dependendo dele, o queijo poderá ser acrescentado com sucesso.
Bom apetite

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